terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Genero Textual

    Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros. Alguns exemplos de gêneros textuais seriam: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instru­ções de uso, outdoor, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, conversação espontânea, conferência, carta eletrônica, bate-papo por compu­tador, aulas virtuais e assim por diante.

Tipo Textual


Tipos textuais refere-se à estrutura composicional dos textos. Hoje, admite-se cinco tipos textuais, a saber: narração,argumentação, exposição, descrição e injunção.
A narração está presente quando o texto fornece informações sobre o tempo e espaço do fato narrado. Além disso, é comum aparecerem nomes de personagens e um "clímax" em determinado momento. Há, portanto, o desenvolvimento da história, um momento de tensão, e a volta à estabilidade. Um exemplo clássico de narrativa são os contos de fada.
A argumentação está presente quando um determinado ponto de vista é defendido em um texto. São os chamados textos dissertativos.
A exposição, como o próprio nome indica, ocorre em textos que se limitam a apresentar uma determinada situação.
Nos textos descritivos existe a riqueza de detalhes e a constante presença de adjetivos. A descrição é muito recorrente em diversos gêneros textuais.
Os textos injuntivos, por sua vez, são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados. Nesses textos, as frases, geralmente, são no modo imperativo. Bons exemplos desse tipo de texto são as receitas e os manuais de instrução.
É muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os tipos, como foi dito, aparecem em número limitado. Já os gêneros textuais são praticamente infinitos, visto que são textos orais e escritos produzidos por falantes de uma língua em um determinado momento histórico. O gêneros texuais, portanto, são diretamente ligados às práticas sociais. Alguns exemplos de gêneros textuais são carta, bilhete, aula, conferência, e-mail, artigos, entrevistas, discurso etc.
Assim, um tipo textual pode aparecer em qualquer gênero textual, da mesma forma que um único gênero pode conter mais de um tipo textual. Uma carta, por exemplo, pode ter passagens narrativas, descritivas, injuntivas e assim por diante.

Variedades Linguísitcas

Variedades linguísticas

A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.
Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que  nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.
As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é  aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde  variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.
Uma velha dicotomia: língua x fala
Saussure, em seu Curso de Lingüística Geral, fala a respeito da dicotomia língua x fala. Relembramos das considerações do autor, em determinada medida, quando percebemos que a língua, principalmente em sua faceta escrita, demonstra-se fatalmente como um fenômeno estático, se comparada à fala, “entidade” vertiginosamente dinâmica. Tanto língua quanto fala fazem parte da linguagem verbal humana, que sabemos,  transmite muito mais do que nossas ideias. A linguagem  e  a língua-fala são capazes de mostrar o nosso “eu” para os outros indivíduos. Por elas, as pessoas acessam um conjunto de informações que passamos no ato da escrita ou da fala. Nossas escolhas denunciam quem somos no plano social e interferem em nossa interação com a sociedade. Um sotaque revela de onde somos; às vezes, a escolha de palavras, nosso nível escolar, nossa formação; uma “ingênua” expressão diz respeito aos nossos valores culturais, às nossas crenças, ao nosso círculo de amizades; a omissão, esporadicamente, pode dar indício de uma mostra de timidez, pode esclarecer a maneira pela qual passamos pelo processo de adaptação a novas situações…
Enquanto seres sociais e sociáveis que somos, temos um poderoso instrumento de ação: a língua. Ela pode nos aulixiar, bem como nos atrapalhar na prática social… tudo depende de nossas escolhas.


Variação linguística... relevação de sua personalidade sócio-cultural. Expressão: mostra de seu "eu"...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Qual é o propósito da sua vida ?

                                          
                                                          A questão não é você.


O propósito de sua vida é muito maior que sua realização pessoal, sua paz de espírito ou mesmo sua felicidade. É muito maior que sua família, sua carreira ou mesmo seus mais ambiciosos sonhos e aspirações. Se você quiser saber por que foi colocado neste planeta, deverá começar por Deus. Você nasceu de acordo com os propósitos dele e para cumprir os propósitos dele.
A procura pelo propósito (sentido) da vida tem intrigado as pessoas por milhares de anos. Isso porque normalmente começamos pelo lado errado — nós mesmos. Nós fazemos perguntas voltadas para a nossa pessoa, como: “O que eu quero ser? O que eu deveria fazer com a minha vida? Quais são meus objetivos, minhas ambi¬ções e meus sonhos para o futuro?”. Mas concentrarmo-nos em nós mesmos jamais desvendará o propósito de nossa vida. A Bíblia diz: A vida de todas as criaturas está na mão de Deus; é ele quem mantém todas as pessoas com vida.1
Ao contrário do que dizem muitos livros famosos, filmes e seminários, você não irá descobrir o significado de sua vida olhando dentro de si mesmo. É provável que você já tenha tentado isso. Você não criou a si mesmo, logo não há jeito de dizer a si mesmo para que foi criado! Se eu lhe entregar uma invenção desconhecida, você não terá como saber sua serventia nem a própria invenção terá a capacidade de lhe dizer. Somente o criador ou o manual do fabricante poderá mostrar sua utilidade.
Certa vez, perdi-me nas montanhas. Quando parei para perguntar como chegar ao acampamento, disseram-me: “Não há como você chegar saindo diretamente daqui. Você deve ir para o outro lado da montanha”! Da mesma forma, você não pode chegar ao propósito da sua vida concentrando-se em si mesmo. Você deve começar com Deus, seu Criador. Você só existe porque Deus deseja que você exista. Você foi feito por Deus e para Deus — e, enquanto não compreender isso, a vida jamais terá sentido. É somente em Deus que descobri¬mos nossa origem, nossa identidade, o que significamos, nosso propósito, nossa importância e nosso destino. Todos os outros caminhos levam a um beco sem saída.
Muitas pessoas tentam usar Deus para sua auto-realização, mas isso é contrário à natureza e está fadado ao fracasso. Você foi feito por Deus, e não o contrário; viver é deixar Deus usá-lo para seus propósitos, e não você usar a Deus para o que deseja. A Bíblia diz: A obses¬são consigo mesmo nesses assuntos leva a uma situação sem solução; a atenção para com Deus nos leva a uma vida livre e abundante.2
Já li muitos livros que sugerem formas de descobrir o propósito de minha vida. Todos poderiam ser classificados como livros de “auto-ajuda”, pois abordam o assunto a partir de um ponto de vista egocêntrico. Livros de auto-ajuda, até mesmo os cristãos, normalmente propõem as mesmas etapas previsíveis para achar o propósi¬to para a vida: “Dê importância aos seus sonhos. Defina claramente seus valores. Estabeleça algumas metas. Defina em que você é bom. Aspire grandes objetivos. Vá a luta! Seja disciplinado. Acredite em si mesmo. Envolva outras pessoas. Não desista jamais”.
É lógico que essas recomendações freqüentemente levam a gran¬des êxitos. Pode-se em geral ser bem-sucedido ao buscar uma meta, se houver concentração para o fim proposto. Mas ser bem-sucedido e cumprir o propósito para sua vida são coisas absolutamente distintas! Você poderia alcançar seus objetivos pessoais, tornando-se um sucesso pelos padrões do mundo, e ainda assim falhar em alcançar os propósitos para os quais Deus o criou. Você precisa de mais do que conselhos de livros de auto-ajuda. A Bíblia diz: Auto-ajuda não é em absoluto uma ajuda. Sacrificar-se é a forma, a minha forma, de você achar a si mesmo, seu verdadeiro eu?
Este não é um livro de auto-ajuda. Não ensina a achar a carreira correta, a realizar seus sonhos ou a planejar sua vida. Não ensina a encaixar mais atividades em uma agenda lotada. Na verdade, ele ensinará a fazer menos na vida — ao se concentrar no que mais importa. Ele o ajudará a se tornar o que Deus pretendia fazer de você ao criá-lo.
Então, como descobrir o propósito para o qual você foi criado? Você só tem duas opções. A primeira é a especulação. Essa é a opção escolhida pela maioria das pessoas. Elas conjeturam, supõem, teorizam. Quando as pessoas dizem “Eu sempre pensei que a vida fosse...”, querem dizer: “Este é o melhor palpite que posso dar”.
Por milhares de anos, filósofos brilhantes discutiram e ponderaram sobre o significado da vida. A filosofia é um tema importante e tem sua utilidade, mas quando se trata de determinar o propósito da vida, mesmo o mais sábio dos filósofos está apenas supondo.
O Dr. Hugh Moorhead, professor de Filosofia na Northeastern Illinois University, escreveu certa vez para 250 dos mais conhecidos filósofos, cientistas e intelectuais do mundo, perguntando: “Qual o significado da vida?”. Ele então publicou suas respostas em um livro. Alguns deram seus melhores palpites, alguns admitiram ter apenas inventado um propósito para a vida e outros foram honestos o bastante para dizer que não tinham a menor idéia. Na verdade, vários inte¬lectuais de renome pediram ao professor Moorhead que respondesse, caso descobrisse o propósito da vida!
Felizmente, há uma alternativa à especulação sobre o significado e propósito da vida. Trata-se da revelação. Podemos nos voltar para o que Deus revelou sobre a vida em sua Palavra. O modo mais fácil de descobrir o propósito de uma invenção é perguntando ao inventor. Descobrir o propósito de sua vida funciona da mesma forma: pergunte a Deus.
Deus não nos deixou às cegas, para ficarmos nos questionando e conjeturando. Ele claramente revelou, ao longo da Bíblia, seus cinco propósitos para nossa vida. É o nosso “Manual do proprietá¬rio”, que explica por que estamos vivos, como a vida funciona, o que evitar e o que esperar do futuro. Ela explica o que nenhum livro de auto-ajuda ou de filosofia pode saber. A Bíblia diz: A sabedoria de Deus [...] trata profundamente de seus propósitos [...] não sendo sua mensagem recente, e sim a mais antiga — que Deus determinou como a forma de aflorar o melhor de si em nós?

Deus não é apenas o ponto de partida de nossa vida: é a fonte dela. Para descobrir o propósito para sua vida, volte-se para a Palavra de Deus, e não para a sabedoria do mundo. Você deve edificar sua vida sobre verdades eternas, e não sobre psicologia popular, histórias inspiradoras e estímulos para alcançar o sucesso. A Bíblia diz: É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nossa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Cristo e de termos erguido nossas esperanças [...] ele já tinha seus olhos sobre nós; já havia planejado para nós uma vida gloriosa, parte do projeto global que ele está elaborando para tudo e para todos! Esse versículo nos dá três descobertas a respeito do nosso propósito:
1. Você descobre a sua identidade e propósito através de um relacionamento com Jesus Cristo. Se você não tem esse relacionamento, explicarei mais adiante como iniciá-lo.
2. Deus já pensava a seu respeito muito antes de você pensar a respeito dele. O propósito determinado por ele para a sua vida é anterior à sua concepção. Ele planejou isso antes que você existisse, sem a sua contribuição! Você pode escolher sua carreira, seu cônjuge, seus passatempos e muitas outras partes da sua vida, mas não pode escolher o seu propósito.
3. O propósito da sua vida cabe em um outro propósito muito maior e cósmico, que Deus planejou para a eternidade. É disso que trata este livro.
Andrei Bitov, um romancista russo, cresceu sob um regime comu¬nista e ateu. Mas Deus chamou sua atenção em um dia lúgubre. Ele recorda: “Aos 27 anos de idade, enquanto viajava no metrô de Leningrado (agora São Petersburgo), fui dominado por um desespero tão intenso que a vida pareceu parar de uma vez, anulando completamente o futuro e não deixando nenhum significado. De repente, uma frase apareceu por si só: Sem Deus a vida não faz sentido. Repetin¬do-a, assombrado, eu repassei a frase como em uma escada rolante, saí do metrô e caminhei para a luz de Deus”.7
Você deve ter se sentido perdido a respeito do seu propósito na vida. Parabéns! Você está prestes a caminhar para a luz.

Extraído do Livro Uma vida com Propósitos do Autor Rick Warrein

Foi por mim e por VOCÊ !!!!!!

Um pouco sobre os donos do BLOG

Tiago Eberhart  


Tenho 25 anos, casado, trabalho na Cooperja, e faço parte desta Geração Radical.


Andressa Becker dos Santos da Silva


Tenho 23 anos, casada, trabalho na Arrozagro e também faço parte desta Geração Radical.


GERAÇÃO RADICAL???? COMO ASSIM???


Hoje em dia vivemos em um mundo que não se respeita, que não tem amor ao próximo, que só vive a vida para o seus proprios prazeres...e nós somos jovens que não vivem desta maneira, que tem princípios, propósitos na vida..Somos diferentes e queremos fazer a diferença neste mundo.
Não temos mais aquele vazio que os jovens tem (principalmente em um dia após uma festa, escutando uma música bem depressiva).